Um sábado de conteúdo sem miséria!
Ruminação, preocupação, pensamentos automáticos, obsessões, crenças disfuncionais, vieses cognitivos, delírios, no consultório, essas manifestações muitas vezes se confundem, e a diferenciação entre elas é o que orienta uma boa formulação de caso. Sem esse raciocínio diagnóstico bem estabelecido, o risco é o de intervir sobre o fenômeno errado.
Nessa aula, Anna Polak e Marcel Souza vão da semiologia ao diagnóstico diferencial e da formulação de caso às intervenções clínicas com a profundidade que a psicopatologia exige e a aplicabilidade que a prática clínica precisa.
Semiologia dos pensamentos
Como reconhecer e diferenciar ruminação, preocupação, pensamentos automáticos, obsessões, crenças e vieses cognitivos nas suas apresentações clínicas
Diagnóstico diferencial
Raciocínio clínico para distinguir essas manifestações entre si e de quadros com sintomas psicóticos, como delírios
Formulação de caso
Como organizar a compreensão do fenômeno do pensamento dentro da lógica funcional do caso
Intervenção baseada em evidências
Estratégias com suporte empírico para cada apresentação, da manejo cognitivo às técnicas específicas por quadro
Sorteio de livros durante a transmissão



Psicóloga e especialista em TCC. Ela acumula 14 anos de experiência clínica ensinando e mentorando psicólogos a conduzirem casos corretamente.

Médico psiquiatra com 12 anos de experiência clínica, especialista em transtornos de humor, ansiedade e prevenção do suicídio.
