Se amanhã você entrasse em uma sessão com uma criança autista, o que observaria primeiro?
Você provavelmente já estudou Análise do Comportamento. Sabe o que é reforçamento, já ouviu falar de análise funcional, reconhece o nome de vários procedimentos.
Só que existe uma distância grande entre reconhecer esses conceitos no papel e saber o que fazer com eles quando você ocupa um lugar dentro da rotina de atendimento. É onde as perguntas começam a aparecer:
- O que observar nos primeiros atendimentos?
- O que vale a pena registrar naquele caso?
- Como transformar esses registros em informação útil para a equipe?
- Qual é o papel do terapeuta comportamental durante uma avaliação?
- Como implementar um procedimento de ensino definido para aquela criança?
- Como perceber que alguma coisa precisa ser discutida ou ajustada?
- O que cabe a você executar e o que precisa ser levado à supervisão?
Essas perguntas raramente aparecem organizadas em um capítulo de livro. Elas aparecem quando você está diante de uma criança real e precisa decidir alguma coisa.




